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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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O Ponto onde o Mediterrâneo e o Atlântico se tocam

Mäyjo, 08.05.20

 

Se formos até à cidade de Tarifa, na província de Cádis, comunidade da Andaluzia, podemos banhar um pé no Mediterrâneo e o outro no Atlântico.

Em Tarifa, fica a Punta de Tarifa ou “Ilha de las Palomas”, o ponto mais meridional da Europa continental. Daqui podemos ver com facilidade o norte de Marrocos, pois estamos a pouco menos de 15Km de distância.

 

Adidas vai transformar plástico dos oceanos em 11 milhões de sapatilhas

Mäyjo, 01.04.19
A marca começou a fabricar modelos com este tipo de material em 2017 mas agora pretende duplicar a produção.
Desde 2017 que vende sapatilhas com plástico reciclado.

Desde 2017 que a Adidas se virou para a moda sustentável com a criação de modelos de sapatilhas feitos a partir de plástico com origem nos oceanos. Esta semana, a marca alemã anunciou que quer duplicar essa produção e tem a meta de conseguir 11 milhões de pares durante 2019.

Segundo o “Diário de Notícias”, Eric Liedtke, membro do conselho executivo da Adidas, revelou que esta é uma medida que vai de encontro aos consumidores que se mostram mais preocupados com as questões ambientais e com o que compram.

Nos últimos dois anos, a Adidas vendeu seis milhões de sapatilhas produzidas a partir de plástico. Desde 2016 que a marca trabalha em colaboração com a Parley for the Oceans, uma organização ambientalista não governamental e sem fins lucrativos.

Há mesmo uma linha da marca criada com este movimento. Aqui encontra T-shirts a partir de 24,95€, fatos de banho desde 34,95€ ou sapatilhas a partir de 111,95€.

Outro dos objetivos é que até 2024 todo o plástico usado nos seus produtos provenha da reciclagem. Cada sapatilha chega a precisar de, por exemplo, 11 garrafas para estar concluída.

Atualmente, a Adidas tem mais de 800 sapatilhas a partir de 27,48€.

 

Via: nit.pt

ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS ESTÃO A AUMENTAR NÍVEIS DE STRESS DOS OCEANOS

Mäyjo, 19.05.17

Clouds of reef fish and corals, French frigate shoals, NWHI

As alterações climáticas estão a stressar de forma séria os oceanos, colocando cada vez mais pressões sobre os ecossistemas marinhos. A conclusão é de um novo estudo que avaliou as pressões humanas nos oceanos – desde a acidificação à pesca intensiva – para criar um mapa com os pontos mais vulneráveis a estas pressões.

 

Uma das principais conclusões é que dois terços dos oceanos do planeta estão sob pressões crescentes e que as alterações climáticas estão entre os fatores que mais contribuem para este stress.

Embora o mapeamento dos pontos mais vulneráveis dos oceanos não forneça uma visão global nem indique como as pressões estão a ter impacto nos vários ecossistemas, investigadores que não estiveram envolvidos no estudo indicam que a nova investigação é um passo importante para perceber a real situação dos oceanos e para informar os decisores políticos.

“Parte nenhuma dos oceanos escapa à influência humana”, escrevem os autores no estudo, publicado na revista científica Nature Communications, cita o Discovery News. Esta influência provém diretamente dos escoamentos agrícolas que vão directos para o mar e de outros agentes poluentes, ou de agentes indirectos, como o aumento das temperaturas e a quantidade de dióxido de carbono presente nas águas, que resulta das emissões humanas de gases com efeito de estufa. Cerca de 97% dos oceanos estão sob a influência de mais de um destes agentes stressantes.

A equipa de cientistas, liderada por Benjamin Halpern, da Universidade da Califórnia, analisou uma vasta gama de dados relativas a estes agentes, 19 no total, que foram recolhidos de satélites, modelos computacionais e registos de pesca. Os dados analisados são relativos ao período entre 2008 e 2013.

Os investigadores perceberam que 66% dos oceanos sofreram um aumento das pressões humanas ao longo deste período. Regiões costeiras e águas tropicais e subtropicais são dos locais mais vulneráveis aos impactos.

O estudo concluiu ainda que os impactos provocados pelas alterações climáticas eram dos principais fatores de stress que afectavam os oceanos.

Foto:  Zip250 / Creative Commons

A Natureza a falar - Coral

Mäyjo, 02.04.17

 

«Sou o Coral
Algumas pessoas pensam que sou apenas uma pedra
Mas, na realidade, sou a maior coisa viva neste planeta.
Sou tão grande que posso ser visto do espaço.
Mas por quanto tempo?
Eu cresço há quase 250 milhões de anos
E os humanos chegaram e um quinto de mim já desapareceu.
Claro, eu vivo no fundo do mar
E podes não me ver muitas vezes
Mas precisas de mim.
Sabes que um quarto de toda a vida marinha depende de mim?
Sou o berçário do mar.
Os peixes pequenos dependem de mim para alimento
E como esconderijo dos grandes peixes.
E adivinha quem precisa dos peixes grandes?
Certo, tu precisas!
Sou a fábrica de proteínas do mundo
E tu sobes a temperatura do oceano, e eu já não posso viver aqui.
Quando as grandes tempestades e tsunamis atingim o oceano,
Eu sou uma fortaleza.
E tu rebentas-me com dinamite e envenenas-me com cianeto.
Eis uma ideia maluca:
Para de me matar!»
 
Um vídeo de Conservation International com locução de Ian Somerhalder. 

LIMPA (A) FUNDO: UMA INICIATIVA PARA TORNAR O MAR DOS AÇORES MAIS LIMPO

Mäyjo, 24.01.17

mar-dos-acores

Decorreu mais uma edição da Campanha Limpa (A) Fundo, no dia 19 de Novembro último, no Porto da Horta, Açores, e que quis despertar consciências para a necessidade de tornar os mares mais limpos.

 

À semelhança do que aconteceu em edições anteriores, esta ação estava inserida na iniciativa Clean Up the World e na Semana Europeia dos Resíduos, duas iniciativas ligadas.

No dia em que se comemora o dia Nacional do Mar, o OMA- Observatório do Mar dos Açores e a APEDA- Associação de Produtores de Espécies Demersais dos Açores juntaram-se a esta ação, bem como às posteriores comemorações alusivas a este dia, que decorreram um pouco por todo o país.

Foto: Jornal da Praia